Encontro do GRENI - Na espiritualidade Afro-Indígena, a resistência na historia e a esperança em perspectiva


FORMAÇÃO/GRENI 2019

Estimados (as) Consagrados (as)

Com a temática: “NA ESPIRITUALIDADE AFRO-INDIGENA, A RESISTÊNCIA NA HISTORIA E A ESPERANÇA EM PERSPECTIVA”, daremos reinicio às nossas reflexões. O Encontro será assessorado pelo Pe. Mauro Luis da Silva da Arquidiocese de Belo Horizonte MG. O encontro é aberto a todos os Consagrados que desejam refletir, aprofundar e resgatar os passos já dados numa perspectiva de solidificar a nossa própria identidade num contexto sócio transformadora.
 
Data: 15 e 16 de junho de 2019.

Horário: Dia 15 início às 8:00hs e término dia 16 às 13:00 hs.

Tema: Na espiritualidade afro-indígena, a resistência na historia e a esperança em perspectiva

Assessoria: Pe. Mauro Luiz da Silva de Belo Horizonte.

Local: Instituto Salette Rua Lange de Morretes, 533 Jardim Social. 
Fone: 41 3262 3132 E-mail masecretaria@mps.com.br

Público alvo: Para Religiosos/as e jovens da formação inicial aberto a todos em especial para os descendentes, Afro e Indígenas.  

Investimento: Taxa CRB R$ 70,00 

Hospedagem ( quartos duplos) completa, valor único R$ 148,00.

Quem puder trazer para partilhar no sábado à noite. Comidas típicas como: pinhão, pipoca, paçoca, canjica... A Equipe agradece. 

Observação: Se alguém chegar na sexta-feira oferecemos hospedagem solidaria. Favor entrar em contato com o Padre Ademar Lino, celular: 41 9178-3615.

Faça sua Inscrição:  Clique aqui. 

1. O que é o GRENI?
A sigla GRENI refere-se ao Grupo de Religiosos e Religiosas Negros(as) e Indígenas da CRB (Conferência dos Religiosos do Brasil).


O GRENI é um espaço dentro da Vida Religiosa Consagrada cujo objetivo é possibilitar aos religiosos e religiosas afro-descendentes e indígenas uma maior conscientização sobre a própria identidade, como caminho para uma valorização da negritude e dos valores próprios das tradições afro-indígenas.

2. Como se construiu essa história?
A abertura mais significativa da Vida Religiosa à presença de afro-descendentes ocorreu a partir dos anos 60. Entretanto, somente nas décadas de 80 e 90 é que começa um esforço maior no sentido de relacionar Vida Religiosa Consagrada a etnias, sobretudo no que diz respeito às vocações de origem africana e indígena.

Vale destacar que o GRENI não surgiu fruto do acaso, mas é resultado de muita luta por parte do povo afro-descendente e indígena que lutou por um “espaço de direito” dentro da Igreja e, conseqüentemente, dentro da Vida Religiosa. Por exemplo, é com o Vaticano II que a Vida Religiosa começa a se abrir mais para receber negros, negras e indígenas, o que até então acontecia de forma minimamente reduzida.

Dessa forma, em 1992, durante a Assembléia Nacional da CRB, realizada em São Paulo, foram organizadas duas reuniões com os religiosos e religiosas negros(as) ali presentes. Durante a plenária, com 85% de votos de aprovação dos(as) superiores(as) maiores, foi aprovada a criação do GRENI. Dentre as sugestões recebidas para esse novo empreendimento, é fundamental destacar a sugestão de inclusão dos indígenas.

Foi a partir dos encontros de religiosos e religiosas afro-descendentes nas próprias congregações que começa a surgir o GRENI, como um grupo de reflexão para apoiar as articulações já existentes, a fim de fortalecer e ampliar a consciência indígena e a convicção de uma negritude fortalecida dentro Vida Religiosa.
Fonte do texto. 


 
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